Comi o cu da novinha virgem

  • novembro 8, 2019
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Uma história real que aconteceu comigo anos atrás, quando eu era representante de uma editora. Eu havia chegado de viagem e fui convidado pela empresa para compor uma equipe de novatos em uma cidadezinha no interior do meu estado.

Cheguei na quinta feira e me juntei ao grupo, composto de jovens, um líder  e uma líder. Ficamos na mesma casa, que foi separada para não haver problemas entre os grupos. A empresa zelava muito por isso.

Eu tinha então 54 anos e pela manhã, acompanhei uma novinha de 18 anos, que morava na cidade e fazia parte de um grupo ligado à editora.

Eu trabalhava mais a tardinha e à noite, visitando clientes mais exigentes, os novatos vendiam um kit mais barato de porta em porta.

Ela era baixinha de cabelos pretos e cacheados, bunda grande e redonda, seios pontudos e rosto lindo, além de ser muito faladeira. Contou-me que seu professor lhe assediava e que já havia dito que ela tinha cara de “me coma.”(com essas palavras) Antes que eu ficasse chocado ela perguntou:

–  Você concorda com ele?

– Você é bonita, eu disse. E não estiquei a conversa.

Na sexta feira todos foram para Capital ou para suas casas em cidades próximas e eu decidi ficar, porque acabara de chegar e seria um custo desnecessário.

Lili fez que ia pra casa, mas enrolou até anoitecer e disse que não poderia mais ir, por que sua casa era na zona rural. Decidiu ficar comigo, mas pediu que eu dissesse para supervisora dela, caso precisasse, que ela fora pra casa.

À noite, inflei meu colchão na sala e deixei ela no quarto das outras garotas, sem importuná-la. Eu era casado e nunca fui de desrespeitar o espaço ninguém, ainda mais de uma novinha.

De repente, ela pulou no meu colchão, literalmente.

-Não dá pra ficar no quarto sem TV nem nada pra fazer. Vamos conversar até a hora de dormir. Disse.

Conversamos sobre técnicas de vendas(isso mesmo, esse sou eu) e coisas banais, até ela tocar no assunto “me coma” de novo.

-Por que você acha que meu professor diz que eu tenho cara de “me coma, se eu até virgem sou?

-Você quer falar sobre isso, tem certeza? Eu retruquei.

-Minhas amigas dizem que ele quer só A minha bunda. Falou sorrindo.

– Olha, eu disse. Não quero conversar isso com você. Eu sou casado e sou um líder desta empresa, seria um escândalo se alguém soubesse que você está aqui comigo sozinha, eu vou perder meu casamento. Então volte pro seu quarto e vá dormir. Sim, eu disse isso!

-Eu não vou contar pra ninguém, você vai?

-Não é tão simples. Alguém pode descobrir. E vocês têm essa mania de contar as coisas para melhor amiga.

– Jamais contaria nada, isso ia dar nos ouvidos da minha avó. Eu não sou louca.

Eu já estava louco de tesão, mas estava com medo sim, não vou negar.
Ela então perguntou:

-Você tem coragem de ficar comigo?

– Coragem sim mas não arriscaria. Ainda mais você é virgem e eu não vou tirar sua virgindade. E mais. Eu não tenho camisinha aqui e jamais iria comprar numa cidade pequena dessa.

Ela me abraçou e disse:

-Não é obrigado você tirar minha virgindade, a gente fica só se beijando e eu deixo você chupar meus peitos.

-Não vou aguentar, vou querer comer você. Respondi.

Nessa hora a gente já estava se agarrando e ela puxou a blusa pra cima deixando os seio de fora. Eu esqueci tudo que tinha dito e comecei a beijá-la e chupá-los. Ela gemia baixinho.

Coloquei sua mão em meu pau(não é grande, 16cm, mas é razoavelmente grosso) e ela começou a punhetá-lo levemente. O cheiro dela me encantava e eu esqueci toda moral que trazia comigo. Desci até seu short e baixei-o com ela me ajudando. Beijei sua barriga e fui direto para sua bucetinha, que possuía pelos finos e assentados. Uma bucetinha gordinha e virgem, conforme ela dissera.

Comecei a chupá-la fazendo movimentos rápidos com a língua em seu clitóris, acomodei a boca nessa posição e fiquei assim sem parar. Como que acidentalmente passei a língua no seu cuzinho e ela levantou o quadril, para facilitar. Em poucos minutos ela gozou forte, com a buceta se contraindo na minha boca.

Após a gozada, ela falou que nunca havia gozado daquele jeito, e que nunca havia sido chupada. Falou que já havia chupado(uma vez) o pau de um namorado, membro da igreja dela, e foi logo até o meu começando a chupá-lo. Ela chupava com certa força no maxilar e sem morder. Acho que ela mentiu sobre ter sido só uma vez. Chupou um bom tempo, mas parou antes d’eu gozar e sugeriu:

-Se você colocar devagar eu deixo você comer minha bunda.

-Você já deu alguma vez? Perguntei.

-Só uma vez e foi só a cabecinha, ela disse. Eu fingi que acreditei.

Só pra lembrar, era bem comum novinhas crentes do interior desse estado, era que dar o cu para continuar virgem, então não seria novidade.

Virei ela de lado e coloquei mau pau no seu cuzinho, que entrou fácil, sem reclamações da parte dela, melado com o líquido que escorreu da gozada dela e do meu tesão. Apesar de ter deslizado, seu cu era bem apertado, e dava pra ver o esfíncter resistindo ao meu cacete. Quando eu tirava o pau as pregas vinham junto e eu quase enlouquecia de tesão. Ela começou a rebolar e antes que eu gozasse ela pediu pra ficar de quatro. Deixei ela na posição, com o rosto no colchão e a bunda pra cima e comecei a meter mais forte. Fodi seu cu com força e ela nem gemia, ficando apenas ofegante, com olhos fechados levando pica.

Gozei no seu cu como um animal e fiquei olhando seu cu rosado piscando depois que tirei o pau de dentro.
Deitamos de lado e ela começou a sorrir. Disse que eu era “gostoso” e que gostava de homens mais velhos. Perguntei se podia chupar de novo sua buceta e ela deixou. Chupei até ela gozar e mostrei meu pau duro de novo, como se não tivesse acabado de gozar também. Ela então ofereceu seu cu mais uma vez.

-Você consegue fazer isso duas vezes? perguntei.

-Você faz gostoso, então eu consigo.

Comi seu cu por mais tempo que A primeira vez. Mudei de posição várias vezes e fodi deixando meu pau cheio de espuma de sêmen . Seu cu ficou aberto enquanto eu o comia de quatro. Ela ficava gemendo muito baixinho e empurrando a bunda contra meu pau.

Depois da segunda gozada ela foi tomar banho e pediu pra eu dormir no quarto com ela. Tomei banho e juntamos as duas camas de solteiro alugadas pela empresa. Por volta das seis da manhã começamos a nos abraçar de novo e ela pediu que eu a chupasse novamente. Chupei sua buceta cheirosa de novo e ela chupou meu pau. Aceitou dar o cu mais uma vez, mas pediu que eu fosse devagar e de ladinho, porque estava meio ardendo(palavras dela). Comi seu cu pela terceira vez em uma noite e mal eu comecei a meter, ela virou de bruços e começou a pedir estocadas mais fortes. Gozei muito em seu cuzinho novamente.

Ela ajeitou as coisas e foi para casa. Não poderia ficar o fim de semana comigo pois seria dar muita bobeira. Na semana trabalhamos juntos e sempre que ela estava a sós comigo falava da foda, que eu era gostoso, que sabia chupar etc, assim na bucha.
Ninguém desconfiou de nada e não podemos ficar juntos na casa nem mais uma vez, embora tenha ganhado alguns boquetes rápidos quando não tinha ninguém por perto.

Comi seu cu mais uma vez apenas, por trás do muro do cemitério numa noite daquela semana. Coisa rápida, levantando a saia e afastando a calcinha.

Jamais contei esta história para ninguém.

Questões morais à parte, foi a mais louca aventura sexual da minha vida.


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