Filho de mãe solteira sofre…

  • outubro 21, 2019
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Me chamo Fabricio(nome ficticio) e passarei a relatar aqui como tem sido minha criação e experiência vivendo como filho único de mãe solteira. Minha Mãe sempre foi muito festeira e namoradeira, isso lhe acarretou uma gravidez novinha da qual eu vim ao mundo. Minha mãe tinha, na época, 19 anos.

Atualmente eu tenho 18 anos e ela 37 anos ……..

Minha mãe se chama Alice (nome ficticio), ela sempre foi muito atraente, baixinha, pele bem branca e bem cuidada, cabelos castanho escuro, quase preto, em certas épocas ela fazia luzes ficando meio loira.

O corpo dela é muito chamativo, mesmo sendo normal. Ela tem 1,56, com 49 kg muito bem distribuídos, sendo que ela tem peitos medios naturais e, seu maior atrativo, uma bela bunda redonda e volumosa, do tipo que faz os homens torcerem o pescoço na rua. Se não bastasse os atributos físicos, a personalidade dela é outro ponto a ser destacado. Minha mãe sempre foi muito transparente quanto a sua vida sexual e relacionamentos, nunca teve papas na lingua para falar sobre o que fazia ou, pelo menos, ser um pouco discreta. Ela tem certa classe, isso eu admito, mas quando lhe é dado brecha ela sempre surpreende com comentários que ninguém esperaria saindo de uma mulher como ela.

Minha mãe sempre soube como potencializar seus atributos. Suas roupas sempre foram chamativas e destacavam o que ela tinha de melhor. O fato é que ela sempre gostou de ser desejada e isso fica evidente na forma como ela se porta e se veste. Tal gosto pela cobiça dos homens já me deixou em diversas situações constrangedoras na rua, ao perceber os olhares dos homens para ela ou até mesmo comentários de alguns mais ousados. Minha mãe, num geral, ignora as cantadas, mas há certos dias em que o fogo dela está intenso e ela retribui com sorrisos e olhares que deixam qualquer um sem ar.

Meus primeiros contatos com sexo e, consequentemente, com a sexualidade expressiva de minha mãe, surgiram logo cedo. Ela sempre teve rolos e namorados. Em minha casa moravamos apenas eu e minha mãe e ela nunca teve problemas em levar seus parceiros para lá. Eu ouvia os barulhos e gemidos que vinham do quarto quando ela levava algum amigo para casa, mas não entendia o que estava acontecendo e nem me interessava ir averiguar. Minha mãe me orientava a ficar assistindo televisão ou fazer alguma outra coisa e não “atrapalhar a mamãe no quarto”. Sob essas diretrizes que eu me comportava.

O relato que venho narrar agora é sobre a primeira vez que essa linha foi cruzada, meu primeiro contato visual com sexo e com o lado mulher de minha mãe….

Certo dia minha mãe me falou que iriamos visitar A Casa de um amigo dela. Isso era normal, como eu era filho único minha mãe me levava para todos os lugares em que ia. Chegando na casa do amigo dela, minha mãe me apresentou ao filho dele e a outra pessoa que estava lá. Eram Paulo(nome ficticio), filho do dono da casa e Muniz(nome ficticio), filho de outro dos convidados que estavam na casa, ambos poucos meses mais velhos que eu.

Nós fomos orientados a ir no quarto de Paulo, no video-game, e não ficar indo na parte de trás das casas pois os adultos estariam bebendo e “fazendo coisas de adultos”. Eu aceitei, como de costume, e fomos ao quarto dele jogar. A casa era um sobrado e o quarto de Paulo ficava no andar de cima, enquanto os adultos se dirigiam aos fundos da casa onde tinha um quintal com churrasqueira, etc. Eu estava entretido no jogo contra eles, tão focado que só eu ganhava, já eles pareciam estar com a cabeça em outro lugar. Dos fundos da casa ouvia-se uma musica alta, típico de churrascos. Até que certo momento estavamos eu e Muniz jogando e Paulo falou que logo voltaria e, em seguida, se retirou do quarto.

Ao voltar, Paulo parecia ansioso e chamou eu e Muniz para acompanhpá-lo para “espiar os adultos”. Fiquei sem entender, não tinha malícia, eu acredito que eu era o único entre eles que meio bobo, mesmo aos meus 18 anos…. Fomos direcionados por Paulo ao quarto de seu pai, o qual tinha acesso a uma varanda que dava para os fundos da casa onde estava acontecendo a social. A cortina estava fechada e Paulo nos orientou a ficar escondidos por trás da cortina para que ninguém nos flagrasse espiando lá de cima. Ao olhar tive um choque, vi que tinha uma picina na casa de Paulo e me senti profundamente magoado com minha mãe, pois eu nunca havia entrado em uma piscina. No ápice da minha imaturidade esse foi meu primeiro pensamento, até que Paulo cochichou “olha que gostosas” o que foi correspondido por Muniz que acenou com a cabeça.

Aquela situação toda me deixou confuso e eu passei a observar com mais atenção o cenário. Haviam 7 homens, dos quais eu só conhecia o dono da casa, pai de Paulo e o pai de Muniz, que era do tipo brincalhão que fica tirando sarro e fazendo piadas sem graça. Além deles havia um negro alto que me chamou a atenção por ser realmente grande e musculoso, tinha porte de segurança. Entretanto, o principal que saltava os olhos era o fato de haver 3 mulheres lá: minha mãe, obviamente, uma loira que siliconada e uma mulher japonesa, que era amiga de minha mãe e já havia frequentado nossa casa. Estavam todos em clima de bebedeira, as mulheres trajando biquinis e os homens com bermuda. A loira estava na piscina enquanto minha mãe e a japonesa conversavam na mesa com os outros.

Ficamos observando por um tempo imóveis evitando fazer barulho como se tivesse o perigo de algum adulto escutar algo com aquele som alto tocando sertanejo alto. Tudo estava normal até que começou a tocar um samba e a movimentação lá embaixo ficou mais agitada. O pai de Muniz aumentou o volume da música e ficou incentivando as mulheres a dançar. minha mãe, como sempre expontânea, foi a primeira a se levantar, se dirigiu a uma área mais próxima da piscina e começou a sambar sob pedidos dele e dos outros homens que entravam na onda. Logo a a loira acompanhou e ficaram as duas dançando para a rapaziada. Como estavam de biquini seus corpos expostos balançavam atraindo a atenção dos homens e dos dois meninos do meu lado que babavam olhando os peitos, coxas e bunda de minha mãe e da loira.

Até que em determinado momento, devido ao movimento, o biquini de minha mãe começou a descer. O pai de Muniz, como era o mais brincalhão, logo puxou um coro com a rapaziada gritando “TIRA! TIRA! TIRA!”. Minha mãe rindo e segurando a parte de cima do biquini fingia que iria puxar ele para baixo e depois levantava novamente, provocando os tarados que imploravam para ela mostrar seu corpo. Até que aconteceu o que eu menos esperava, minha mãe aidna dançando se virou de costas para a plateia que a observava, ficando de lado para eu e os meus amigos que espionávamos da janela do andar de cima. Ela dançava e provocava até que abriu o laço na traseira da parte de cima do biquini, para delírio da rapaziada que pedia para ela virar. Minha mãe pegou o biquini na mão e, sem olhar para trás, jogou em direção aos homens que disputaram para pegar a peça de roupa de minha mãe. Minha mãe virou de frente para eles com as mãos tapando os seios e a medida em que ia rebolando dançando ela foi tirando devagarzinho as mãos, expondo totalmente seus seios. Os dois meninos do meu lado estavam com os olhos arregalados fitando os seios de minha mãe.

De topless, minha mãe começou a sambar, agora balançando seus seios a medida que dançava, para alegria dos homens. Eles incentivaram e convenceram a loira e a japonesa a ficarem apenas com a parte de baixo do biquini também. O pai de Paulo mudou a música colocando um funk, as três mulheres de topless começaram a dançar provocando os homens enquanto eu e os garotos assistiamos atentos o rebolado delas empinando a bunda. Mas em matéria de bunda, não tinha nem discussão, minha mãe era o destaque. O biquini fio dental sumia dentro de suas nadegas que balançavam no ritmo da música para cima e para baixo, no movimento de sentada. Pegando-nos de surpresa, o pai de Paulo gritou do andar de baixo da casa, já dentro, se estava tudo bem conosco. Ficamos assustados e corremos para o quarto de Paulo, que respondeu seu pai afirmando estar tudo bem. Com o susto, ficamos jogando mais um pouco, com medo de sermos surpreendidos espionando os adultos. Mas a essa altura, eu já estava com o mesmo semblante inquieto dos outros dois… Não tinha cabeça para jogar video-game, eu queria ver o que os adultos estavam fazendo.

Passados alguns minutos retornamos para o outro quarto, assumindo nossos postos para espiar o que acontecia lá fora. No meio tempo em que não estavamos olhando, as coisas avançaram um pouco. Nos deparamos com um cenário diferente, ao invés de dançar, agora minha mãe estava sentada no colo do negro alto, a japonesa estava sentada no colo do pai de Paulo e a loira no colo de um dos homens que eu não conhecia. Naquela posição eles conversavam e riam normalmente. Não conseguiamos escutar o que eles diziam, já que estavamos muito longe, mas eles riam constantemente. O negro alto estava com minha mãe no colo, de topless e segurando a bunda dela com a mão, como se estivesse descansando a mão no rabo enorme de minha mãe. Em certo momento, ela riu, falou algo e, com a mão, ergueu o seio esquerdo na altura do rosto do negão, que deu algumas lambidas e chupou, ao terminar ele comentou algo e todos riram. O cearense, pai de Muniz, se aproximou de minha mãe e abocanhou o seio direito dela, enquanto ela estava no colo do negão. Ele comentou algo, deram uma breve risada, mas o clima parecia ter mudado. O pai de Muniz voltou a abocanhar o seio de minha mãe, enquanto o negão chupava o outro. Minha mãe ergueu a cabeça um pouco, com os olhos fechados e a boca semi aberta, como quem aproveitava as chupadas nos seios. Nessa hora Muniz me cutucou e me provocou dizendo que seu pai estava “chupando as tetas” de minha mãe. Eu ignorei o comentário, mas obviamente fiquei incomodado.

As outras mulheres já eram rodeadas e acariciadas pelos outros homens, minha mãe estava com o negão e o pai de Muniz, a japonesa estava com o pai de Paulo e mais um outro cara que eu não conhecia e, por fim, a loira estava rodeada por três homens, dos quais eu não conhecia nenhum, mas reparei que um deles era bem jovem, deveria ter no máximo uns 19 anos. Minha mãe, nesse momento, alternava entre beijar o pai de Muniz e beijar o negão, enquanto um beijava o outro lambia os seios e o pescoço de minha mãe. Como ela ainda estava no colo do negão, deu apra ver que a mão dele havia afastado a parte de baixo do biquini dela e acariciava, por trás, seu cuzinho. O negão tirou a mão de trás dela e, logo que ela desgrudou sua boca do pai de Muniz virando em direção ao negão, ele levou dois dedos até a boca de minha mãe, que ainda com os olhos semicerrados e o olhar inebriado, começou a chupar e babar os dois dedos enormes que penetravam sua boca, Ele apreciava a vista de minha mãe chupando seus dedos com um sorriso dominador no rosto. Assim que tirou os dedos da boca de minha mãe, o negão colocou a mão novamente no cuzinho dela, por trás. Dessa vez ele começou a lambuzar o cuzinho dela com a saliva e a forçar o dedo para penetrar.

O dedo médio inteiro dele foi entrando com certa facilidade no anus de minha mãe, que fez uma expressão de dor, mas logo cessou ao voltar a beijar o negão. Minha mãe estava no colo daquele negro, tendo seu cu dedado e beijando ele de maneira apaixonada. Enquanto isso, o cearense pai de Muniz abaixou sua bermuda e levou a mão de minha mãe até seu pau, que começou a ser masturbado. Nesse momento a playlist deve ter acabado e a música cessou. Ninguém demonstrou qualquer reaçao, estavam todos entretidos em suas atividades. O silencio permitiiu que ouvissemos algumas coisas que eram ditas. A príncpio só conseguimos ouvir os gemidos da japonesa, que estava sendo masturbada enquanto beijava o pai de Paulo e batia uma punheta para o outro homem.

Minha mãe saiu do colo do negão e se sentou no banco em que estavam, o negro se posicionou na frente dela junto com o pai de Muniz, mas antes quando ela pegou o pau dele e fez menção de colocar na boca, o Cearense fez questão de falar alto “Ta pensando que vai me chupar assim? Puta minha tem que ter respeito, ajoelha!”, deu para ouvir algumas risadas, minha mãe ainda com o pau dele na mão e olhando no olho dele deu um sorriso com o canto da boca e em seguida se ajoelhou como pedido, O pai de Muniz ainda abusou um pouco, ordenando que ela empinasse bem a bunda, o que prontamente foi feito, O negão ria um pouco, mas estava mais preocupado em por seu pau grande e preto na boca de minha mãe, que começou a alternar entre os dois. Nesse momento Paulo, seguido de Muniz, tiraram seus paus pra fora do meu lado e começaram a bater uma punheta vendo aquelas cenas. Eu nunca tinha feito aquilo, sentia meu pênis duro, mas não sabia como fazer, então fiquei apenas olhando e esfregando a mão por cima da calça desajeitadamente.

Minha mãe chupou eles por alguns minutos. O negro ela colocava apenas metade na boca, compensando com muitas lambidas da base até a cabeça e chupadas no saco. O cearense pai de Muniz tinha o pau menor, cabia inteiro na boca de minha mãe e ele fazia questão de enfiar tudo e segurar a cabeça da minha mãe pressionada contra sua virilha por alguns instantes até soltar ela que saía puxando o ar para recobrar a respiração. Aquilo parecia machucar ela, mas toda vez que ele fazia ela olhava para ele sorrindo com cara de safada. Quando estava satisfeito, o pai de Muniz pegou minha mãe pelo cabelo e a puxou, fazendo-a andar de quatro até uma mesinha que havia ali. Chegando lá ela foi colocada em cima da mesa, de bruços, de forma que ficou com a bunda empinada para um lado, sendo rapidamente penetrada na boceta pelo Cearense e o rosto para o outro lado, que foi ocupado com a rola do negão.

Nesse momento todas as mulheres eram fodidas, a japonesa cavalgava e mamava, a loira era penetrada na frente e atrás enquanto O rapaz mais novo era chupado. Nessa hora que percebi que os grupos não eram fixos, a medida em que transavam, os homens iam de uma mulher para a outra querendo experimentar um pouco de cada. Ver minha mãe ali no meio como um produto a ser degustado por aqueles homens, ainda mais com dois filhos deles se masturbando para a cena do meu lado, foi algo que mexeu com minha cabeça. Acredito que foi nesse momento que eu adquiri o Fetiche em voyeurismo que me acompanha até hoje, principalmente em relação a minha mãe.

Ao se cansar de comer minha mãe, o Muniz foi em direção a loira. Minha mãe foi virada com a barriga para cima, ainda em cima da mesinha, e o negão começou a penetrar seu caralho enorme na boceta dela, fazendo ela gemer numa altura que deu para ouvir bem lá de cima. Nessa hora ele gozou do meu lado, acredito que ele era o único de nós que já gozava ali. Paulo continuou assistindo enquanto se masturbava e eu esfregando meu penis ao ver minha mãe ser arrombada por aquele negro. Ele se curvou sobre ela e começou a chupar seus peitos enquanto dava estocadas fortes que faziam as pequenas pernas de minha mãe chacoalharem suspensas ao redor daquele homem enorme. Nesse momento, minha mãe foi surpreendida com o pau do rapaz mais novo que estava comendo a loira, ele enfiou o pau na boca dela de maneira descuidada e sem cerimônia e ela só pôde aceitar e se esforçar para chupá-lo.

Esse rapaz mais jovem provavelmente tinha algum fetiche diferente, ele era meio sádico, constantemente dava tapas no rosto de minha mãe e aproximava o rosto do rosto dela e falava coisas que eu não conseguia escutar. Em certo momento ele tirou a pau da boca dela e falou algo pra ela, que manteve a boca aberta olhando para ele. Ele se aproximou dela e cuspiu em sua boca, em seguida tapando-a com a mão até ela engolir seu cuspe. Essa cena se repetiu algumas vezes, e isso acontecia enquanto o negão fodia sua boceta, fazendo com que minha mãe tivesse diversos gemidos abafados pelo pau e pelas sessões de cuspe do cara que tava se divertindo com ela…

Após o negão tirar o pau da boceta dela, o moleque logo se arrumou deitado no chão e ordenando que minha mãe montasse nele. Ela montou e começou a cavalgar. O negão se posiciono atrás dela e cuspiu na cabeça enorme do pau, que foi logo em seguida levado em direção ao ânus de minha mãe. Foi notável a dor que ela sentiu, o pau dele era realmente grande, e embaixo dela o moleque jovem bombava freneticamente segurando-a pela cintura. O negão comeu o cu de minha mãe por alguns minutos e fazia questão de falar “QUE CUZINHO APERTADO!” enquanto bombava sem dó em minha mãe. Seguindo alguns gemidos mais fortes, o negão puxou o pau pra fora do cu de minha mãe de uma só vez e falou apressado “ABRE A BOCA! ABRE A BOCA SUA PUTA”. Durante o trajeto da bunda de minha mãe até sua boca, o negão soltou dois jatos de porra nas costas de minha mãe, que virou sua cabeça para trás o mais rapido possível e recebeu o resto da porra daquele negro na sua boca. Minha mãe estava com a cabeça inteira do pau dele na boca, quando ele terminou de gozar ele tirou o pau, ela abriu a boca mostrando pra ele o semen grosso em sua boca que foi, logo em seguida, engolido. Minha mãe fez questão de abrir a boca novamente e por A lingua pra fora mostrando que havia engolido tudo.

O cara que era cavalgado por minha mãe colocou ela de joelhos e mandou que ela chupasse seu saco enquanto ele se masturbava. Minha mãe ficou lá, de joelhos, com o rabão empinado, lambendo as bolas daquele cara de, pelo menos, 10 anos mais novo que ela, até que ele colocou o pau em sua boca e, gemendo alto, despejou toda sua porra na garganta de minha mãe, que repetiu o mesmo processo de engolir e mostrar. A diferença foi que, ao mostrar que havia engolido tudo, o moleque deu mais uma cuspida na boca dela para que ela engolisse.

Antes que ficasse sozinha, o dono da casa, pai de Paulo, foi até minha mãe e deu-lhe um tapa forte na bunda, que retribuiu olhando com um rorriso para ele. Paulo posicionou minha mãe de frente para a amiga japonesa dela, ambas de joelho em dois banquinhos que estavam um em frente ao outro. Atrás de minha mãe o pai de Paulo começava a penetrar, do outro lado a Japonesa era fodida por um cara que eu não conhecia. Ambos pegaram a cabeça de minha mãe e a da japonesa para que elas se beijassem, e assim o fizeram. Estavam os dois fodendo elas por trás enquanto elas se beijavam apaixonadas compartilhando o gosto de semen e pau que já haviam chupado naquele dia. Ao terminar, o pai de Paulo cedeu lugar para outro dos caras que eu não conhecia e que começou a comer minha mãe. Isso se suscedeu até que todos tiveram sua oportunidade de desfrutar aquele rabo enorme.

Quando percebemos que a festa estava acabando, eu e os meninos corremos para o quarto de Paulo e fingimos que estavams jogando. Demorou alguns momentos até que minha mãe veio me chamar para ir embora. Eu já a olhava de uma forma diferente, não tinha como não pensar em tudo aquilo que vi. Minha mãe já havia tomado banho e estava vestida normal. Nos despedimos dos outros, eu falei tchau para os meninos de um jeito meio desconfortavel, eu era o único filho de mulher ali, para eles não havia vergonha em ver seus pais fodendo minha mãe, mas para mim era vergonhoso ter minha mãe fodida pelos pais deles. Fomos para casa e chegando la fiquei no meu quarto pensando em tudo que vi, comecei a me masturbar imaginando as cenas que vi, mas eu ainda não era capaz de gozar.

Desse dia em diante passei a reparar em todas as vezes que minha mãe levava amigos para casa. Ela tinha uma vida sexual muito ativa e isso me proporcionou diversas experiências e relatos. Passei a procurar formas de espionar as transas dela na nossa casa e consegui encontrar inúmeras brechas que me permitiam ver uma boa area de seu quarto. Nos próximos contos irei relatar algumas das coisas que vi.


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