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Sexo a três – Eu, minha namorada e minha sogra na putaria safada

  • abril 24, 2019
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Oi gente, me chamo João, essa é mais uma de minhas aventuras que eu adoraria compartilhar com vocês, eu acho que também ficou meio grande, mas se tiverem paciência também vão gostar, e como sempre falo; se real ou fictício, imaginem o que lhes der mais prazer, eu sou moreno, 1.74 de altura, uns 72 kgs, olhos castanhos, e muitíssimo safado, adorador incorrigível de uma boa mulher, ou duas se possível, se eu sou gostoso ou não, só mesmo provando pra saber.

Hoje vou falar de Fernanda, já pelos 38 anos, mulher morena, cabelos longos, mais ou menos minha altura, magra, de uns 63kgs, dona de um corpo de fazer inveja a qualquer novinha, com uma bunda muito gostosa, e seios fartos, não tão durinhos como eu gostaria, mas ainda empinados e suculentos, pernas roliças e deliciosas, eu namorava com Verônica, sua filha, que 19 anos, a metade da idade da mãe, outra moreninha magrinha também, parece que e coisa de família, cabelos pelos ombros, seios grandes e durinhos, bumbum arrebitado como qualquer novinha que se cuida, muito safada, o que tinha em comum com a mãe.

Sempre ficávamos conversando os três, nessa época Fernanda namorava um cara da idade dela, um sujeito ate legal, mas bem conservador; Fernanda dizia que gostava dele por ser muito carinhoso, e lhe dar certa segurança.
Eu na verdade não entendia mesmo o porquê da segurança, já que ela trabalhava e tinha conseguido criar a filha praticamente só, acho que era porque o ex-marido tinha lhe deixado por uma mulher mais nova, e o atual com certeza nunca iria fazer isso….

Fernanda chegou a casar com o pai de Verônica, deixando pra Verônica uma vida até legal, financeiramente.
Fernanda sempre dizia que o namorado era até legal e era até muito gostoso transar com ele, mas ele era meio carola em relação ao sexo e tinha umas coisas que não fazia de jeito nenhum, eu sempre perguntava, mas ela não falava por que tinha vergonha da filha, que também morria de curiosidade..

Ás vezes dizia que se eu não fosse namorado da filha me pegaria com vontade, que adoraria dar pra mim, que me achava muito gostoso e tal, eu quase morria de susto quando ela falava essas coisas, com medo de Verônica não gostar, pelo menos no começo, quando começaram com essas brincadeiras, mas como sempre falava perto de Verônica, eu deixava por isso mesmo.

Mas sempre ia pra casa pensando na bunda da Minha sogra relando no meu pau, cheguei ate a comer Verônica pensando na mãe dela, não tinha nada do que reclamar de Verônica que era muito quente e gostosa, sempre muito animada, e sempre rolava quase de tudo com ela, só atrás que não, ela dizia que tinha medo, ou que ainda não tinha tido vontade suficiente.

Eu era doido pra comer a bundinha dela, que era bem gostosa e durinha, ate que numa tarde de domingo, estávamos na casa das duas com o namorado de minha sogra também, passamos o domingo juntos num churrasco bem animado, tomamos muitas cervejas, estávamos todos bem animados por causa da bebida.

Tiago não agüentou muita coisa, era o namorado, à tarde ele teve que se deitar, foi tirar um cochilo, eu Fernanda e Verônica ficamos na cozinha conversando, Fernanda estava muito alta por causa da cerveja, falava umas besteiras, e brincava com a filha, abraçava, beijava, e olhava pra mim às vezes, tudo tava ate muito normal, eram Mãe e filha, e se amavam como tal, as duas riam muito…
Fernanda dizia que se não fossem mãe e filha já teria pegado de jeito, eu olhando as duas se abraçando não conseguia parar de pensar nelas se pegando na cama, eu tava meio alto também, e a bebida e as brincadeiras das duas não ajudava muito.

Em certo momento, Fernanda se levantou pra arrumar umas coisas na pia, e Verônica veio pra perto de mim, eu tava de bermuda e Verônica ficou passando a mão na minha perna, bem distraída, eu não conseguia parar de olhar pra bunda de Fernanda, que usava um shortinho curto de algodão, e camiseta regata, dava pra ver que a calcinha tava enfiada, Verônica tava com um vestidinho azul com umas florzinhas desenhadas, falávamos de coisas Fernanda, ate que de repente Verônica me chama de safado, e eu no susto, nem tinha percebido, eu tava de pau duro por causa de minha sogra.

– Olha só mãe, o safado ta de pau duro olhando pra sua bunda!

Eu fiquei sem ação, imagina só, a sua namorada pegar você secando a bunda da mãe, fiquei sem ação.

– E mesmo filha, disse Fernanda meio que empolgada e meio risonha, imagina só se ele ia ficar assim, só olhando minha bunda.

Eu morrendo de vergonha, e as duas rindo de mim, na hora Fernanda foi ate a geladeira pegou mais uma cerva e se sentou.

– Queria fazer uma pergunta pra vocês, posso?

Eu sem nem saber o que falar, com Verônica ainda me olhando com cara de safada que pega o namorado batendo uma.

– E que eu to querendo saber se é legal entre vocês? Se vocês transam gostoso?

– Claro mãe, ele e muito bom, me come de todo jeito, e muito grande também, você tinha que experimentar um dia.

– Nossa quem me dera, eu ia adorar, o Tiago não e lá essas coisas, tem um tempão que eu não dou uma gozada bem gostosa.

Eu ate parecia não estar lá mais, as duas se arrumando pra me comer e eu sem palavras, na verdade eu ainda tava ate meio assustado com a conversa.

– Mãe, vou te fazer uma pergunta.

– Pode falar filha.

– E que você sempre fala que tem umas coisas que ele não faz de jeito nenhum, e que você, morre de vontade, e tanto eu quanto o João queremos saber.

Fernanda me olhou nos olhos como se tivesse me perguntando. Eu respondi, é claro, eu tava adorando aquela conversa.

– E mesmo, você sempre fala, mas não conta o que e, se você contasse quem sabe eu poderia dar um jeito!

Aproveitei pra entrar na brincadeira também.

Fernanda sorriu e percebi um brilho nos olhos da gata.

Verônica me olhou como se não acreditasse, na verdade nem eu tava acreditando que tinha dito aquilo, mas já tinha falado, então não adiantava fazer mais nada, só continuar na brincadeira.

– É, disse Fernanda, pensativa, quem sabe, se Minha filha não se importar….

– Claro que não mãe, só quero te ver feliz, e confesso que eu adoraria ver você dando que nem uma cachorra…

A mãe riu daquilo e resolveu acabar com a brincadeira e levar o negocio a serio.

Ela contou que adorava sentir o gosto de um pau bem duro na boca, adorava sentir o gosto de porra, e que também, ficava maravilhada quando dava a bunda, eu tava sentindo a boca seca só imaginando uma potranca como Fernanda chupando com vontade, e dando aquela bundinha linda, nossa, devia ser maravilhoso, e o viado do namorado nem ai, devia ser mesmo um trouxa.

Verônica nem piscava, bebia as palavras da mãe, e eu, recuperado do susto, já tava de pau duro de novo, imaginando minha sogra trepando, ela ficava olhando pro copo com cerveja, às vezes olhava pra mim e Verônica, que a essa altura, já devia estar molhadinha, e começava a alisar meu pau por cima da bermuda.

– Olha só mãe, o safadinho ta de pau duro pra você!

– A filha, não faz isso, fica me fazendo vontade, assim eu vou chupar ele na sua frente!

Disse isso e deu uma risadinha nervosa.

Nossa nessa hora Verônica soutou um gemido, deu um apertão no meu pau, e começou a passar a mão entre as pernas, que mostrou que ela adoraria ver a cena.

– Imagina só mãe, sentir o pau dele inteiro atolado, escorregando dentro de você?

– Olha filha, para que eu já to com a boca seca de vontade de sentir um pau bem gostoso na boca, e o bobo lá dentro nem pensar, hoje ele não faz nada.

– Bem que o João podia te dar uma assistência, e ai João, o que você acha?

(Eu quase engasgo com isso….)

– Nossa, eu adoraria, e só marcar, se quiser pode ser até agora mesmo.

Na verdade eu falei aquilo sem pensar, achei que não passaria de brincadeira, que não iria mesmo rolar nada.

– Agora mesmo, hum, to ate com água na boca.

Ficou olhando pra mim e pra Verônica um tempo, pra Verônica nos olhos, e Verônica responde.

– Vem, aproveita que eu não deixo qualquer uma por a boca no que e meu.

Ela se levantou e veio pro meu lado, eu sem nem respirar, e Verônica tava muito exitada, com a situação, dava pra ver nos olhos dela, eu não tava acreditando que ela iria me chupar na frente da filha, mas de repente começou a rir muito, e se afastou, e eu com o coração na garganta.

– E você acreditou mesmo na gente, heim João!!!!

– Com a cara que vocês duas estavam, pensei que iriam me comer sem nem me perguntar se eu queria!

Ufa, que doideira, rimos muito, eu de nervoso, foi quase, e eu realmente acreditei.

Ficamos conversando mais um pouco, depois fomos pra minha casa, eu e Verônica, percebia que Verônica ainda estava excitada pela conversa, e perguntei se ela não se importaria mesmo, ela disse que não, que sempre teve curiosidade de ver a mãe dando uma boa transada, e pelo que ela sabia de mim, eu iria mesmo acabar com a mãe.

Fiquei de pau duro na hora de novo, sô imaginando a bunda de Fernanda, com Verônica me olhando, dentro da mãe, ela disse que sempre quis ver a mãe como uma cachorra, que nem uma puta, e ate já tinha falado com a mãe, e se fosse eu ia ser melhor ainda, aquele dia eu comi Verônica que nem um doido, ela tava com muito tesão, mandava eu chamar ela de mamãe, que era minha putinha, ela tava loca.

Depois me falou que tinha ficado daquele jeito por ter imaginado eu comendo a mãe dela, e eu falei que tinha comido ela pensando na mãe.

Ela adorou, e quis logo dar mais uma, me mandando chama-la de Fernanda.

E o tempo passou, eu tinha até medo de ficar sozinho com Fernanda, por causa do que tinha sentido, eu e Verônica, não parava de pensar em Fernanda, naquela bunda deliciosa.

Certo dia Verônica me confidenciou que não conseguia parar de pensar em transar eu ela e a mãe, que era loucura, mas não conseguia parar de pensar nisso, e é claro que eu a encorajei, tinha que satisfazer minha namorada, é claro.

Ate que um dia, íamos a uma festa, eu e Verônica, fomos pra casa dela, para ela se arrumar, passamos na minha antes, chegamos e Fernanda estava pronta pra dar uma saída com o namorado, ficamos conversando, Fernanda já tinha tomado umas, e me convidou pra acompanhar, aceitei, Verônica, veio no meu ouvido e disse que tinha uma surpresa pra mim aquela noite, pegou um copo e se serviu.

Fernanda falou que Verônica tinha lhe contado que tinha adorado a idéia de eu come-la na frente dela, que adoraria matar a vontade da filha de ver o namorado comendo a mãe dela, eu quase cai no chão, fulminado pelo susto, mas confesso que adorei aquilo, não passaria daquele dia, eu ia comer aquela puta, e melhor ainda, a filha da puta ia ver, e quem sabe, participar também.

– Olha João; disse Fernanda, só tem uma coisa, tem um tempão que eu não ganho um trato bem gostoso, e pelo que eu sei minha filha não gosta menos que eu, então você vai ter trabalho mais que dobrado, pra matar minha sede de porra!

E ela falando daquele jeito foi ainda melhor que só imaginar, eu adorei mesmo.

– Vou adorar matar sua sede, e se Verônica participar vai ser melhor ainda.

– E claro que eu vou participar; disse Verônica, você acha que eu vou deixar você comer minha mãe e ficar só olhando, eu quero também.

Disse isso e me deu um gostoso beijo, eu achando que a ação ia começar ali mesmo, já fui abraçando e passando a mão no bumbum durinho dela, e com a mãe do lado, olhando, foi mais excitante ainda, e claro que passei a mão no bumbum dela também.

Ela deu uma rebolada, e mandou ter calma, seria mais tarde, Verônica riu um pouco e disse pra eu me acalmar que deixaria a mãe me dar uma chupada bem gostosa enquanto se arrumava, pra sairmos.

Claro que eu concordei com ela na hora, e ela falou pra mãe aproveitar, antes que o trouxa do namorado chegasse, e que era pra me fazer gozar na boca dela que ela iria adorar.

Quando Verônica saiu, Fernanda se virou e ficou de costas pra mim, claro que era pra eu ficar secando aquela bunda gostosa, ela usava um vestido solto, que desenhava perfeitamente o bumbum, olhou de lado pra mim e perguntou:

– Gosta da minha bunda?

– Claro ela e linda.

– Quer me comer?

– Nossa e como quero, respondi na hora.

Ela começou a rebolar bem devagar levantando o vestido, me mostrando aquele rabo delicioso, usava uma calcinha preta de renda, daquelas tipo shortinho, maravilhosa.

Fui atrás dela, e peguei na cintura, puxando, eu já tava duro, encaixando aquela delicia de bunda no meu pau, Fernanda rebolava sentindo ele inteiro encaixado nela.

Ela se virou e veio pra cima de mim me beijando, e passando a mão no meu pau.

– Hum, que gostoso, vou adorar dar pra você, me deixa ver o que você tem aqui pra mim.

Abaixou-se e tirou meu pau pra fora da calça, suspirando e apreciando.

– Nossa, é mesmo como Verônica falou, grande, do jeito que eu gosto hum… Me deixa sentir o gostinho do pau de minha filha.

Falou isso e colocou a língua, dando um gemidinho de prazer, adorando o gosto, e começou uma chupada maravilhosa, eu simplesmente adorando aquela boca experiente, e gulosa, ela chupava como uma verdadeira profissional.

A mãe de minha namorada me chupando com vontade era simplesmente o céu, eu nem imaginava o que me esperava, ela chupava muito gostoso, ficou chupando um tempão, eu vibrava, mas ficava imaginando Verônica olhando, o que me deixava mais excitado ainda.

Quando olhei pro lado, Verônica só de toalha olhando, passando a língua nos lábios, com cara de safada, tirou a toalha e começou a bater uma ali na cozinha mesmo.

Eu tava quase gozando, Verônica enfiava os dedos com vontade, e a mãe com mais vontade ainda me engolia, quando senti que ia gozar, segurei a cabeça de Fernanda, que engoliu inteiro, e depois tirou da boca e falou pra eu gozar na boca dela que queria beijar o namorado com gosto de porra na boca, eu não agüentei e gozei na hora…

Ela me mostrou a porra na boca, ficou brincando com a língua, molhada e falou que tinha um gosto maravilhoso, Verônica gozava só olhando, quando o namorado chegou, Fernanda foi quase correndo pra lhe dar um beijo de matar qualquer um de desejo.

O idiota disse que tinha adorado, mas não gostava dessas demonstrações de carinho na frente dos outros, que ficava com vergonha.

Verônica tinha ido acabar de se arrumar e saímos os dois, eu imaginado o que me esperava, tava morrendo de vontade de enfiar a vara na minha sogra, que tinha me mostrado que era uma verdadeira puta.

Ficamos combinados de que Fernanda ligaria quando o namorado a deixasse em casa.

Fomos à festa, e Verônica se mostrou uma mulher muito solicita nesse dia,

Sempre que eu queria ficava do meu lado, falava umas besteiras no meu ouvido, me deixando mais doido ainda, me falou que tinha um presente pra mim, que eu merecia por ter deixado a mãe feliz.

– Hoje seremos suas putas, você pode me comer do jeito que você quiser! Claro que depois de fazer minha mãe gozar que nem uma cachorra, vou adorar ver, tem um tempão que eu tenho vontade de ver-la trepando que nem uma vadia!

Só consegui pensar na bundinha de minha namorada, me assustei com o jeito que ela falava da mãe, mas como elas já tinham conversado não me importei muito, o melhor e que eu na maior cara de pau, pensava, além de traída, foi com a mãe dela, a cachorra gostou e quer ver mais ainda.

Não tivemos que esperar muito tempo, pois Fernanda tinha botado o namorado pra correr, dizendo que estava com dor de cabeça, e que queria descançar, depois me disse que até tinha se sentido culpada, por que o namorado a queria naquela noite, e o tinha despachando bem cedo pra arrumar as coisas pra gente.
Quando chegamos a casa delas, Verônica pediu pra eu esperar ela me chamar, que tinha umas coisas pra fazer antes.

Saiu do carro depois de um beijo, e se foi.

Esperei uns dez minutos, quando ela me chamou, tinha mudado de roupa

Tinha colocado um sobretudo preto, entrei na casa, que estava às velas, velas por todo o lado, fomos pra sala, com mais velas ainda, a mãe tinha tirado os moveis e disse que tinha arrumado ali por ter mais espaço, tinha jogado uns colchonetes e tapetes no chão, tinha arrumado tudo pra uma verdadeira Orgia, tinha umas bebidas e uma poltrona.

Vi que as duas se vestiam igual, me mandaram sentar na poltrona, que iriam fazer um verdadeiro showzinho pra mim, eu adorei, Verônica me serviu uma bebida enquanto Fernanda colocava uma musica, ficaram de frente pra mim, e começaram a dançar, as duas juntas, era maravilhoso ver as duas ali se esfregando, e olhando pra mim, quando tiraram à roupa, estavam ambas com a mesma roupa de baixo, só a cor diferenciava uma da outra, duas gostosas, um corpete, calcinha, cinta liga, e meias, brancas em Verônica, em Fernanda eram pretas, Verônica veio pra cima de mim, olhando nos olhos, e passando a língua nos lábios, estava linda, tirou meu pau pra fora da calça e começou uma gostosa chupada, Fernanda saiu, enquanto Verônica me chupava bem gostoso, Fernanda voltou e começou uma dança bem sensual, ela rebolava bem gostosa, quando Fernanda voltou, foi à vez de Verônica sair, agora Fernanda estava com roupas vermelhas, e dançava também, as duas vinham me dar umas chupadelas bem rápidas antes de saírem pra se trocar, só pra me matar, ficaram assim, se revezando, cada hora era uma que saia sem nunca me deixarem sozinho, e sempre que voltavam estavam com menos roupas.

Quando as roupas acabaram elas ficaram dançando juntas novamente, se beijavam e se esfregavam e sempre me olhavam, uma começou a tirar o resto das roupas da outra, aos poucos, ainda se beijando, estavam lindas mesmo, ficavam se agarrando, se abraçando e gemendo muito gostoso, eu nem acreditava que eram mãe e filha, quando já estavam ambas nuas, Verônica virava Fernanda de costas pra mim, e mostrava a bunda dela, depois era a vez de Fernanda virar Verônica, era maravilhoso, eu tava adorando, foram se abaixando, ate ficarem as duas de quatro no chão, e vieram, engatinhando, me olhando com cara de gulosas, as duas, foram chegando perto e passando as mãos nas minhas pernas, me excitando, eu vibrava de desejo pelas duas.

Falavam umas besteiras, uma pra outra, como se eu fosse só uma coisa pra elas aproveitarem, na verdade era mesmo.

– Eu adorei sentir o seu gosto hoje, disse Fernanda, já tirando minha calça, olha só Verônica ele ta maior ainda.

– E mesmo ne mãe, mas agora o pau dele e meu, me deixa chupar ele que você já chupou hoje, disse isso já com a boca na cabeça.

Fernanda se levantou um pouco e ficou me beijando, enquanto a filha me chupava, ela tinha uma boca maravilhosa, macia,uma língua quente e molhada, e senti-la na minha com a da filha no pau era ótimo, ficamos assim um tempo, mas Fernanda não deixou muito, também queria na boca novamente, se abaixou e ficou chupando junto com a filha, as duas beijavam tanto minha cabeça, quanto as bocas molhadas e sedentas, ate que Verônica se levantou e falou:

– Vai lá mãe, chupa ele que nem uma puta.

– Há filha, não chama a mamãe de puta que eu vou gostar em.

E caiu de boca no meu pau, chupando mais gostoso do que antes, enquanto Verônica subia na poltrona ficando de pernas abertas em cima de mim, colocou a buceta na minha boca gemendo, a safada tinha se depilado, tinha a bucetinha lizinha, e a mãe me surpreendia com a boca, ela conseguia engolir meu pau inteiro, e vibrava com o gosto que sentia, ela babava no meu pau deixando ele molhadinho, com Verônica em cima de mim ainda.

– Vem cá filha senta nele que eu quero sentir o gostinho da sua bucetinha no pau dele.

Verônica não esperou a mãe mandar novamente, e do mesmo jeito que estava só se abaixou com as pernas abertas, a mãe colocou no buraquinho molhado e gostoso da filha, e puxou ela pra baixo, entrou inteiro de uma vez só, Verônica soltou um urro de prazer, enquanto rebolava em cima do meu pau, a mãe falava que era lindo ver a filhinha sentando num pau tão grande.

– Isso filha, você saiu mesmo como a mamãe!

Verônica se levantou e Fernanda abocanhou novamente, dizendo que o gosto da filha era ótimo, que estava adorando aquela chupada.

Verônica desce de cima de mim, puxa meus cabelos e me da um beijo sufocante, que língua macia e gostosa tinha minha namorada, e mandou a mãe se deitar.

– Deita ai mãe, eu quero que o Tiago chupe essa buceta de puta.

– Calma filha que assim eu vou gozar rapidinho.

– Não tem problema. Hoje a senhora vai gozar que nem uma cadela, que eu quero ver, o Tiago vai te comer que nem uma puta.

Fernanda obedeceu à filha na hora, ela tava adorando a filha a chamando de puta e pedia pra eu chama-la assim também.

Deitou-se e abriu as pernas, mostrando uma bucetinha linda, que pra minha surpresa era pequenininha, tava lizinha como à filha.

– Me depilei só pra você Tiago, me faz gozar que nem uma puta.

Entrei entre as pernas daquela mulher fogosa e tarada na hora, Verônica ficava olhando tudo de pertinho, enquanto esfregava os dedos na bucetinha, eu puxei seu rosto pra perto da buceta da mãe, e ela não se fez de rogada e também começou a chupar a mãe.

Fernanda suspirava e gemia como uma louca, ela ficava levantando e se abaixando, como se quisesse que eu entrasse inteiro dentro dela.

– Nossa filha, hum… Que língua gostosa você tem, ai, assim eu vou…

Nessa hora eu resolvi comandar um pouco, e mandei que Verônica se deitasse, e mandei Fernanda se deitar em cima dela, num sessenta e nove maravilhoso, as duas se chupavam gulosamente, ver as duas se pegando ali na minha frente me deixava louco.

Eu me deitei em cima das duas, tinha me lembrado que Fernanda gostava de dar a bunda também, e eu não ia perder a chance de dar uma boa lambida naquele reguinho delicioso, e que gostinho bom, ela tremia e chupava a filha, às vezes puxava meu pau pra baixo e chupava também.

– Nossa filha seu namorado e muito gostoso… Ai enfia a língua no meu rabo.

E Verônica respondia:

– Vai João chupa o cú dessa puta safada, e passava a língua na mãe, e mandava de novo.

Eu entrava com a língua e com os dedos, Fernanda se remexia e rebolava, passava a cabeça do pau na grutinha quente de Verônica, e engolia novamente, quando fazia isso engolia inteiro, ate as bolas, de repente ela começou a tremer, e a gritar.

– Vai assim… Ai… Eu to quase… Mais… Eu vou goz… Ai…

Ela deu uma gozada muito gostosa, molhando o rosto da filha, com seu liquido quente, que eu também saboreava com o dedo no rabinho dela, beijando Verônica na boca.

– Vai vadia, enfia os dedos em mim… Eu quero gozar na sua boca.

A mãe delirava com aquilo e chupava a filha com vontade, Verônica gozou muito, tremia como louca, e Fernanda não parava de chupar como louca também.

Verônica pediu pra se levantar que queria ver uma coisa.

Mandou a mãe se deitar de novo, e me puxou, olhando nos olhos e dizendo pra eu comer a mãe.

– Enfia essa vara nela, João….Quero ver essa puta gozando.

Deitei-me em cima de Fernanda, que gemia gostoso, mas antes de entrar nela eu dei mais uma boa chupada naquela bucetinha lizinha e molhada, ela tava muito molhada, seu liquido escorria nas pernas, e ela tremia de excitação.

– Vem gostoso, me come, sou uma puta doida pra levar vara.

Nessa hora Verônica quase gozou novamente, só com o som da mãe se chamando de puta, se encostou à poltrona de frente pra nos dois, com os dedos dentro da buceta, ela se esfregava bem gostoso, eu passava a cabeça na grutinha quente de Fernanda, que gemia e rebolava bem gostoso, eu a segurei na cintura não deixando que ela se mexesse, e fui entrando bem devagarzinho, ela prendeu a respiração enquanto eu entrava nela, vibrava, quando eu tava inteiro dentro dela, comecei um vai e vem que a deixava louca, ela gritava de prazer, e mandava-me comer ela mais forte, eu metia com vontade, não demorou muito e ela gozou, mais uma vez.

– Nossa que gostoso, tinha muito tempo que eu não dava uma gozada assim, ai filha, brigada.

– Não agradeça dessa ainda, só pergunta uma coisa pro João que você vai adorar.

– Perguntar o que? O que mais eu quero, ou o que ele quer mais?

– Perguntar-me se eu quero mais, e a resposta e que eu quero muito comer sua bunda.

Ela soutou um gemido alto, eu ainda estava dentro dela.

– Ai, então vem que eu to doida pra dar minha bunda pra você, quero sentir essa rola dentro da minha bunda agora.

– Então vem cá vocês dois, senta aqui João.

Sentei-me na poltrona e Verônica colocou Fernanda em cima de mim, que sentava em cima do meu pau, o engolia inteirinho, com a bucetinha toda molhada e quente, rebolava muito gostoso.

– Seu pau e muito gostoso João.

– Aproveita que ele e seu agora.

– Nossa vou acabar com vocês dois hoje, ai filha, faz assim não que mamãe fica doida.

Verônica tinha se abaixado atrás de Fernanda e passava a lingüinha sedenta no rabinho da mãe.

– Eu tava doida pra sentir o gostinho do cuzinho dessa puta….Come ela João!!!

Ela puxava a mãe com força e vontade, e a mãe adorava, rebolava e gozava como nunca.

– Ai… Isso e loucura quero sentir seu pau na minha bunda, vem, por favor, come meu rabo que eu quero gozar pelo cú.

– Nossa mãe, você e mesmo uma verdadeira puta.

– Sou mesmo, e seu namorado vai me fazer gozar de novo.

– Claro que vai, se não eu não dou pra ele nunca mais, fica de quatro pra ele, ele adora.

Na mesma hora Fernanda se posiciona pra ser enrabada, abriu bem as pernas e mostrou um rabinho lindo e rozado , tava todo molhado de saliva, de Verônica, e vendo aquela bundona aberta pra mim eu não agüentei e enfiei a língua no cuzinho dela, uma delicia, chupei ate ela implorar pra eu entrar nela.

– Vem me come, me faz de puta.

– Vai João come essa puta que eu to adorando ver ela assim pra você, minha mãe e uma verdadeira puta, atola esse pauzao que você tem no rabo dela.

Verônica tava gostando mais de ver a mãe dando que nem uma vadia e de chamá-la de puta do que da transa mesmo, quando me coloquei atrás de Fernanda, ela prendeu a respiração.

– Olha João vai com calma que tem muito tempo que eu não dou a bunda pra ninguém ta bom.

Obedeci-a, e fui bem devagarzinho, só de encostar a cabeça ela já soutou um gemido que me levou no céu, era muito gostosa minha sogrinha, e que bundinha linda ela tinha, aquilo tava muito gostoso.

– Vai gostoso, come o rabo da mamãe… Enfia no meu cú que eu to adorando.

Comecei a entrar nela bem devagar como ela mesmo tinha pedido, ela se esforçava pra agüentar e ia forçando, pra trás ao mesmo tempo em que eu ia entrando, quando tinha entrado à metade eu fui pra trás novamente, mas ela veio junto, queria sentir ele inteiro dentro dela, Verônica se ajoelhou do meu lado e puxou os cabelos da mãe, e me empurrou contra ela, entrou inteiro dessa vez.

– Aaai que pauzao, assim você me rasga.

– Quer que eu pare mamãe?

– Ai não… entra, e sacFernandagem me chamar de mamãe, adorei,me come mais, isso ta uma delicia, como ta bom isso, me come.

Verônica saiu de perto da gente falando que tinha uma surpresa pra mãe.

Saiu e voltou logo, com alguma coisa na mão que não deu pra eu ver o que era, se abaixou ao meu lado novamente e ficou me empurrando contra a mãe, que urrava de prazer e luxuria, enquanto puxava os cabelos dela, falando no meu ouvido pra gozar no rabo da mãe.

Aquilo tava me matando e eu tava morrendo com muito prazer, fiquei comendo Fernanda, que gemia e soltava uns gritinhos roucos, não conseguia nem falar mais de tanto tão excitada que estava, Verônica entrou embaixo de Fernanda, com a cabeça entre as pernas dela e começou a chupar o grelinho dela, arrancando gemidos mais altos ainda, Fernanda ficava passando a língua em Verônica também, e eu metia com força ate que Fernanda, com um grito de prazer, gozou novamente na boca da filha, e sem parar de se movimentar pra frente e pra traz como um louca.

– Vai gostoso goza na minha bunda, quero sentir sua porra no meu rabo, mete gostoso na sua puta, goza gostoso no meu cú, por favor.

Fui enfiando a vara na bunda dela ate gozar muito, não sabia nem como eu tinha me segurado por tanto tempo, Verônica tirou meu pau de dentro de Fernanda e chupou todo o liquido que escorria tanto no pau quanto na bunda da mãe, ela tava me chupando mais gostoso do que nunca, depois de um tempo se levantou e pegou um lenço e vendou a mãe.

– O que vocês vão fazer comigo agora

– Só uma coisa que você vai adorar mãe, você vai gozar novamente, quero você maluquinha sentindo o que eu to te preparando.

Eu na verdade nem imaginava o que se passava na cabeça daquela tarada, ela vendou a mãe e colocou uma daquelas calcinhas com consolo, ai eu entendi na hora, ela realmente queria foder a mãe.

Sentou-se na poltrona, e com sinais me mandou levar a mãe pra cima dela, comigo segurando as mãos da mãe nas costa, Fernanda subiu em cima da poltrona, e eu a encaixei em Verônica com as mãos dela seguras atrás nas costas, ela parecia não saber quem era na verdade, só rebolava e gemia,

– Nossa filha seu namorado vai me deixar louca, assim eu não quero parar nunca mais, ai, que gostoso.

Aquilo me deixou duro novamente, e eu abaixei as costas de Fernanda ate quase tocar em Verônica, e entrei atrás dela de novo.

– Meu deus, eu to alucinando, to ficando loca, dois… Ai assim mesmo…

– Vai sua puta, não queria dar a bunda, agora vai dar pra dois paus ao mesmo tempo.

Fernanda gritava como uma louca, e Verônica tirou a venda dela, que ficou mais louca ainda.

Ela se remexia muito gostoso, ate gozar de novo, ela deu um urro de prazer, e tremia dos pés a cabeça.

– Hum isso e ótimo, ai não agüento mais.

– Mas tem que agüentar, pelo menos pra assistir sua putinha dando um trato no pau que a senhora comeu com tanto prazer agorinha mesmo, e pra você Tiago, o presente que eu tinha te prometido, você vai ser o primeiro a comer meu rabo, quero sentir essa tora imensa dentro da minha bunda do mesmo jeito que você fez com minha mãe.

– Ai assim eu vou adorar, você tem que sentir na bundinha também, e ótimo você vai adorar.

E Verônica mais que depressa tirou o consolo e ficou de quatro, e eu não tava mesmo acreditando, alem de dar uma trepada maravilhosa com Fernanda ainda ia tirar a virgindade do rabinho de Verônica, fui logo pra cima dela que já tava toda molhada e chupei com vontade aquele rabinho virgem e intocado.

– Vai meu gostoso. Ver você comendo o rabo da puta da minha mãe me deu vontade de dar o meu cú pra você também, me come agora.

Entrei nela sem do, na frente e claro, comia a bucetinha de Verônica com muito gosto e excitação, me deu vontade de sentir meu pau escorregando dentro daquela grutinha quente e molhada, ela delirava e olhava a mãe nos olhos, eu tirava e dava umas pinceladas no rabinho dela, que gemia rebolava e pedia pra eu entrar que ela tava morrendo de vontade de gozar também, mas eu fiquei comendo aquela bucetinha ate ela dar uma gozada bem gostosa, mas logo depois voltei no cuzinho dela.

Foi ate meio complicado entrar em Verônica, ela era muito apertada e tava falando que tava doendo muito, fui com muita calma ate entrar tudo nela, fiquei brincando atrás dela um pouco, e quando percebi, Fernanda tinha colocado o consolo e tava com ele na boca de Verônica, que chupava com gosto, Fernanda se deitou e puxou Verônica pra cima dela, que se sentou em cima do consolo o fazendo sumir inteiro dentro dela, ao mesmo tempo em que me chamava pra entrar nela de novo, e eu e claro, obedeci na hora, comi aquela vadia com muita excitação, e gozei rápido, ver aquelas duas embaixo de mim era muito, ninguém ia agüentar, mas quando ia sair de dentro dela, ela me puxou e não deixou se virou de lado e nos deitamos eu ela e Fernanda, Fernanda ia se mexendo dentro dela que gemia e rebolava muito gostoso, sentindo os balanços dela num instante eu tava de pau duro de novo.

– Hum que maravilha mãe, ta ficando duro dentro de mim de novo…

O que a fez gemer mais alto ainda, ficamos assim ate ela gozar, o que fez com gritinhos, e gemidos, e eu atrás dela me mexendo ate gozar novamente, foi ótimo, a mãe nos puxou e ficou abraçada na filha, e eu atrás abraçado nas duas, dormimos exaustos, e agarradinhos, eu e Fernanda dentro de Verônica, foi uma transa muito loca e maravilhosa, não me deixaram sair da casa na manha seguinte sem antes darem uma boa chupada em mim de novo.

Foi muito bom, sempre que podíamos transávamos assim de novo, a mãe de Verônica se mostrou uma verdadeira viciada em sexo, confesso que ficava meio que me sentindo culpado por às vezes dar uma boa trepada com Fernanda sem a participação de Verônica, mas era um culpado feliz.


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